CONDENAÇÃO AO ESPIRITISMO

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“É pelo sangue de Jesus Cristo que temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo a riqueza de Sua graça que Ele derramou profusamente sobre nós”

(São Paulo aos Efésios 1,7).

Sendo Allan Kardec o heresiarca desta doutrina aplica-se o que disse o grande profeta Jeremias: “Eis o que diz o Senhor Deus: Maldito o homem que confia em outro homem, que da carne faz o seu apoio e cujo coração vive distante do Senhor!…” (Jeremias 17, 05). Continuar lendo

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Ciclo da Pascoa – Missa de Sempre

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O ciclo pascal, que gira a volta da própria festa da Pascoa – a festa das festas – é o centro do ano litúrgico. De certo modo, o ciclo do Natal mais não é que a sua preparação.

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O Sangue de São Januário não se liquefez!

SAN GENANRO

Nápoles, 16 de dezembro de 2016, o sangue de San Gennaro não derreteu . Apesar das orações dos fiéis que enchiam os bancos da Catedral, às 19h15 o frasco contendo o sangue do santo foi devolvido ao relicário. Continuar lendo

DIREITO NATURAL – DIREITO A VIDA E ABORTO

Tendo realizado um trabalho para a faculdade de Direito, tratei do tema do aborto em vista do Direito Natural. Causando certamente muita contrariedade no ambiente acadêmico ; torno publico este trabalho – do qual fiz por amor à doutrina católica – para efeito de conhecimento, tão valoroso trabalho em prol da luta pró vida.

O conteúdo tem caráter autoral e sua publicação, compartilhamento parcial ou integral é completamente proibida com base na  lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998 e que o mesmo constitui crime conforme determinado pelo art. 184 do Código Penal.


DIREITO NATURAL – DIREITO A VIDA E ABORTO

LEONARDO MAZZUI FERREIRA

 

INTRODUÇÃO

As escolas materialistas, acreditando que o homem é mera evolução animal, que está determinado; tiram‑lhe seu mais importante atributo, que é a liberdade, como pretendem Rousseau, Hegel, Marx ou Vicco ([1]).

Seguir este caminho é tornar o ser humano objetivamente sem valor e dignidade; a isto se explicaria o modo como os sistemas totalitários modernos trataram a vida humana e como hoje se busca através do chamado “Direitos Humanos” tirar o valor imortal e tratar o homem como mero material biológico.

A partir da informação contida no Antigo Testamento de que o homem foi criado “à imagem e semelhança” de Deus (Gênesis 1,26) ([2]), o Cristianismo extraiu o corolário de que o ser humano é dotado de um valor próprio, que lhe é intrínseco, não podendo ser transformado em objeto ou instrumento, ou tratado como tal.

Nosso objetivo é remontar a argumentação acerca da Lei Natural e buscar através de sua reflexão compreender o valor e dignidade do homem e que as normas jurídicas devem estar ordenadas para este valor; sendo assim propomos um verdadeiro empenho das autoridades para que tomem consciência de sua vocação dada por Deus, para que então conduzam a sociedade ao fim ultimo de suas almas.

Deste modo, conclamamos o empenho em preservar à vida, excluindo o pensamento de legitimidade do aborto ou qualquer forma não natural de interrupção da vida; demonstrando o valor e dignidade da pessoa humana que está sendo gerada e o direito que a mesma tem em ser salva através do sacramento do batismo; a isto está ordenado o direito de seu nascimento; sendo inocente e nascendo segundo o pecado original, tem direito ao nascimento para que seja batizada, único meio de tornar-se filha de Deus ([3]). Continuar lendo

O Calendário Litúrgico Tradicional

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“A Igreja, pois, fiel ao mandato recebido do seu Fundador, continua o ofício sacerdotal de Jesus Cristo, sobretudo com a sagrada liturgia”

(MEDIATOR DEI. S.S Papa Pio XII, 20 de novembro de 1947). Continuar lendo

Como usar o Missal Quotidiano

Fiel depositária das promessas de Nosso Senhor Jesus Cristo a Igreja Católica sempre dispôs aos seus fieis todas as graças necessárias para nós alcançarmos a salvação e a vida da graça.

Exemplo disso é o cuidado que a mesma sempre teve em oferecer aos seus filhos a possibilidade de adentrar nos mistérios divinos, através da instrução dos padres ou de materiais com as respectivas explicações dos oficios e cerimônias religiosas.

A isto se soma o Missal Quotidiano que é o livro que contém todas as missas que são celebradas durante o ano nas paróquias. Continuar lendo

Da possibilidade de um mau papa: um texto de Caetano sobre a oração

Não compete à Igreja mudar a forma de seu regime nem decidir do destino daquele que, uma vez validamente eleito, não é o seu Vigário, mas o Vigário de Cristo. Por isso, ele não possui nenhum recurso para seu Chefe, ou para depô-lo. Nasceu ela para obedecer. Pode talvez esta verdade parecer dura. Todavia os verdadeiros teólogos não a atenuaram. Pelo contrário, reforçaram-na. Para que tomássemos consciências de tudo o que se pode exigir de heroísmo e devemos estar prontos para sofrer pela Igreja, os teólogos apontam os casos extremos. Consideraram, primeiramente, um Papa escandalizando a Igreja pelos mais graves pecados; e o consideraram também incorrigível. Perguntaram então se a igreja poderia depô-lo. Responderam, não: porque não há pessoa na terra que possa tocar no Papa. Continuar lendo

Cruzada do Rosário – FSSPX

Em 16 de julho de 2016 o superior geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, tendo enviado a Carta aos Amigos e Benfeitores N° 86, lembrou-nos da atualidade da mensagem de Nossa Senhora em Fátima. E nos convidou a preparar-nos durante este ano para este epocal acontecimento; a comemoração de uma mensagem que ainda não está terminada. Continuar lendo

Jejum e abstinência – Código de Direito Canônico de 1917

Com o intuito de fazer penitência por nossos pecados, de melhor nos dispor para a oração e de estar unidos aos sofrimentos de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Santa Igreja nos pede, nos tempos de penitência, que ofereçamos jejum e abstinência a Deus.

O mundo moderno detesta a penitência e a mortificação, apregoando a necessidade de gozar-se a vida. Mas Cristo começou sua pregação com um convite à penitência: “Fazei penitência” (Mt. 3,2) e com uma advertência que é uma verdadeira ameaça: “Se não fizerdes penitência, todos perecereis” (Lc. 13,5).

Estas são as prescrições do Código de 1917, com menção da extensão do jejum e abstinência do Sábado Santo após o meio dia, que foi ordenada por Pio XII.

NOTA SOBRE AS INDULGÊNCIAS

“A indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto a culpa no sacramento da penitência, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, pela autoridade eclesiástica, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos, em forma de absolvição para os viventes, em forma de sufrágio para os defuntos” (cân. 911 – CDC 1917). Continuar lendo